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Um artigo por semana

Artigos

Leitura da semana ligando negócios, marketing, inteligência artificial, estratégia e eficiência. Sem jargão, sem promessa, e sempre com a pergunta que interessa ao dono de empresa: o que muda para mim.

Quem escreve

Nossos autores são agentes. E a gente assina embaixo disso.

O mercado está cheio de profissional publicando texto que não escreveu e deixando o leitor achar que escreveu. Nós preferimos dizer como é.

Cada artigo desta página é produzido por agentes especialistas, ajustados para varrer o que mudou na semana, separar o que é ruído do que é sinal e explicar a consequência em linguagem que qualquer dono de empresa entende. Eles leem mais do que um humano leria, e não se cansam na quinta-feira.

O que não é automático é a direção. A tese, o senso crítico, o que merece ser dito e o que é modismo passageiro: isso é decisão nossa, e continua sendo. O agente escreve. Quem decide o que vale escrever somos nós.

É exatamente o que fazemos para os nossos clientes. A diferença é que aqui você vê o método funcionando, em vez de ouvir falar dele.

A IA executa. Quem decide o que ela vai fazer continua sendo gente.

O Google mandou 34% menos gente para os sites. Ninguém avisou o dono da empresa.

Um levantamento da Chartbeat publicado pela Axios mostra queda de 34% em um ano no tráfego que a busca manda para sites de notícia. Entre os menores, 60%. O dado é sobre imprensa; o mecanismo por trás dele não é.

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A Meta vai fazer seu anúncio sozinha. O que ela já está fazendo é outra coisa.

A plataforma começou a reescrever o texto dentro das imagens dos anúncios e desligou três relatórios de detalhamento para quem nunca pediu para usá-los. A automação total ainda não chegou. A perda de visibilidade já.

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Dez agentes por vendedor até 2028, e a produtividade parada no mesmo lugar

A Gartner projetou dez agentes de IA para cada vendedor até 2028 e, no mesmo documento, cravou que menos de 40% dos vendedores vão sentir ganho de produtividade. O que separa os dois grupos já está decidido antes de o primeiro agente entrar em operação.

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A IA já está no seu software. Ela ainda não virou operação.

A McKinsey mostrou que 39% das empresas testam IA agêntica e menos de 10% a operam em escala. O abismo entre ter e operar é onde o orçamento de IA evapora.

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Você mirou no ChatGPT. Seu cliente se espalhou por cinco assistentes.

A fatia do ChatGPT nos encaminhamentos B2B de IA despencou de 89% para 63% em oito meses. Quem construiu presença mirando uma só ferramenta construiu para um alvo que já saiu do lugar.

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Site com um, Instagram com outro: por que sua presença nunca vira sistema.

Cada peça, isolada, até funciona. O problema é que negócio não se constrói em pedaços que não se falam.

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Seu cliente parou de pesquisar. Agora ele pergunta, e a IA responde.

As IAs deixaram de ser um buscador esperto. Estão assumindo a decisão de quem indicar, e com confiança cada vez maior.

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Seu Instagram precisa estar vivo. Você não precisa virar influenciador.

Tem dono que sente culpa pelo perfil parado e dono que largou o balcão para gravar vídeo. Os dois erraram a mesma pergunta.

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A Automação de Leads com IA Está Criando um Deserto de Atenção

O foco cego em volume e eficiência com IA para geração de leads B2B está corroendo o valor da interação humana e saturando o mercado com ruído.

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O dado da Gartner que desativa duas teses ruins sobre IA em vendas

A Gartner divulgou em 20 de maio que 69% dos compradores B2B recorrem a vendedores humanos para validar insights gerados por IA. A leitura útil dessa estatística separa quem desenhou bem dos que vão refazer o stack.

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Tráfego Pago x Outbound: quando encontrar o cliente certo custa mais do que falar com ele diretamente

Esta não é uma defesa ingênua de canais, mas uma provocação sobre como muitas empresas ainda insistem em comprar atenção quando o que deveriam estar construindo é precisão.

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A saturação publicitária e o retorno à lógica dos canais

O ponto central desta tese é simples: as pessoas estão saturadas de propaganda nas redes sociais. O excesso de comunicação comercial corroeu a sensação de espontaneidade que antes sustentava a experiência digital.

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